Dia das BRUXAS, 13/02/2015

Banco do Brasil

Guardo este documento para lembrar que sou do Povo.

Povo retratado como massa!

Povo sem cultura…

Povo.

Povo marcado pelo extermínio.

Povo…

Povo provedor.

Onde estão os direitos adquiridos no trabalho.

Onde os juros legalizados são de mercado.

Trabalhos Legalizados pelo MEC.

Onde somos dissolvidos em dipirona.

As Dengues são para ter?

A natureza da tabela periódica.

Para mercadoria de valor (produtos).

Tendo a “Friboi” qualidade de vida

Onde esta o mercado do trabalho;

É para o médico do trabalho;

Que não tem a RAIS, CID, do Respeito!

Oprimido e contido como natureza humana;

Sem história.

A história

Somos a histórias

De progresso imitados!?

Faço uma Oração

Entre as Orações que faço.

Rodolfo Sant’Ana G. Abreu – As instituições que deveriam garantir direitos, querem lucros e recursos dos trajetos onde chegamos “analfabetos funcionais” (Assédio Moral, Alienação, confinamento, tortura psicológica, perdas das garantias e deterioração dos recursos que visam garantias básicas humanas, a todos com os resquícios da Colonização, tendo a globalidade como norteadora dos sofrimentos (pessoas sem berço).

Anúncios

2 comentários sobre “Dia das BRUXAS, 13/02/2015

    1. Muitas pessoas ainda contestam nossa riqueza humana. Vivemos em um fração da terra que em sua constituição primária de “paraíso”pois os seus habitantes desenvolveram a importância da preservação e da continuidade. Consiste analiticamente em usufruir concomitantemente na abrangência (ser parte). Podemos dizer que a colonização retirou a beleza “Construiu papeis e fotos”, criou sua própria vocação e por determinismos de alguns predominou o uso sem frutos e a extinção de seres naturais.

      A contaminação por tantos e tantos produtos que hoje podem ser combinados através de técnicas e grupos restritos que se predominam concebendo e articulando as ciências e as empregabilidades compondo-se de parâmetros impostos e seu próprio legado desestruturado.

      Onde esta a grande riqueza? Como faremos para resgata-la (Unir perspectivas que nos agreguem) parcerias. Posso escrever minha própria experiência de vida onde as ações construtivas ainda predominantes (utopias prejudiciais) e falta de esclarecimentos conceituais construtivos e evoluídos.

      Esta no linkend(in) onde as pessoas que podem e fazem toda a diferença em uma proposta esclarecida de ocupação, onde o “ócio” é consciencioso “tudo que te fortalece te em nobrece”. Respeito muito o livre arbítrio onde qualquer relação divina (s) se estabelece. Quando voltamos ao MEC como instituição de pessoas percebemos que suas enfase e questionável “não forma a responsabilidade”. A sua MATRIX é alienante.

      Concebi através do curso de segurança do trabalho que por sua natureza deve e pode ser o maior patrimônio quanto as reparações em nosso país “Americano do Sul” na perspectiva administrativa onde temos que conceder e conceber os certificados instituídos e mais representativos a uma “diáspora” executiva faça-se, cumpra-se, formigueiro”.

      Desta forma uma “esmeralda” é o objetivo de qualquer garimpeiro que pode dioturnamente durante meses e anos procurar, entretanto, seu objetivo é familiarizado por pessoas e a comunidade. Seria uma hipérbole e uma cacofonia substituir “pessoas” citada na frase anterior por “família” reduziria a uma “consanguinidade atual” e rejeitaria o resgate histórico de toda nossa humanidade familiar ou ideológica…

      Citar o linked(in) é estabelecer que muitos recursos humanos já estavam neste universo e que muitos chegaram. Começamos a falar com poesias que poderiam ser sonetos como o SOS de “Bocage” o mais BRASILEIRO, FRANCES, DA MARINHA DE PORTUGAL, dicotomizados por suas viagens e amores entre sua familiarização com o amor ao “amor” constituído (convencionalmente estabelecido por seu irmão que em suas ausência {tempo espaço} compreensão da sua presença e o amadurecimento de sua verdade )(desposar) a pessoa de sua ausência).

      Meu casamento com o trabalho (COMLURB, 1998 {Criação de Voluntarismo} Projeto Educação Sem limites, Ser Atuante Ambientado no Mesmo Período no Projeto de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira LP/LE onde através da “venda varejista de produtos perecíveis de consumo imediato (alimentos/salgados e doces)”tornei-me agente passivo (sem direito a fala ou voto) na reunião que endossava a atuação da “poesia” nas escolas municipais: Consistia em valorizar a “semântica” da ortografia!

      As bonitas (pessoas saídas das revistas da moda e as mediadoras atuantes na formulações dos projetos como seriam concebidos {representados} no ambiente das escolas. Percebi que havia um determinismo na concepção onde o grupo perdeu a batalha e ganhou a guerra.). Caracteriza-se que o acordo ortográfico instituído como obrigação é uma coisa boa porem complementar ao pré-existente só pode ser referencia em cinquenta anos. Vivemos em um tempo onde o tempo e a atenção esta condicionada a uma atuação que não nos deixa formar o nosso próprio valor que nos torna “arbitrário”.

      A concepção de “crime é arbitraria” muitos “crimes hoje já foram praticados naugum tempo” por toda uma linhagem que se estabelece no acumulo de recursos e com direito ao acesso ao que pode ser melhor estruturado (artesanal Orgânicos# agrotóxicos) e as qualificações em tempo e praticas em parcimônia. Só sou este individuo em virtude de fazer!

      Onde o meu processo institucional é desde a comlurb transferência isolamento e dor…

      Rodolfo Sant’Ana Gomes Alvares de Abreu – Onde meus projetos de “Empreendedorismos” não me são investidos em abrangência pratica e meus recursos naturais de tempo e espaço não são valorizados pelo que sou enquanto instituições, salários e acordos financeiros… “Sim, eu sempre fiz e faço a diferença onde faço relações… Meu lucro é zero e a minha consciência é tranquila”. Não transferir e nem retirei nada sem determinação de alguém que também me executa e não é o capital… São pessoas e as suas mensalidades e autonomias… “MENSALEIROS”!

      Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s